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Notícias EFAP

fev 24

Written by: adm
24/02/2014 14:20 

Após um ano de formação, que incluiu a presença em seminários e intercâmbios, os gestores das escolas vencedoras do Prêmio Gestão Escolar 2013 têm agora o desafio de aperfeiçoar as estratégias que os levaram ao pódio. Aqueles que não chegaram à final, puderam também repensar suas ações e promover mudanças. Conclusão: em 2015, as expectativas para o Prêmio são ainda maiores!

A Autoavaliação Institucional Participativa, conhecida como “Dia D”, está prevista para 11 de abril. Nessa data, as escolas discutirão sobre suas necessidades e potencialidades. Os alunos e a comunidade também serão ouvidos. Diversas questões formarão o balanço, como o acesso ao material didático, a frequência dos professores e o desenvolvimento de práticas pedagógicas.

Histórico

O Prêmio Gestão Escolar é uma iniciativa do Consed – Conselho Nacional de Secretários da Educação. A primeira edição aconteceu em 1999 e teve abrangência estadual. A partir de 2000, além de selecionar seis finalistas (um por unidade federativa participante do prêmio), o Comitê de Avaliação passou a eleger também a escola “Destaque Brasil”. Desde então, os vencedores do PGE conheceram a realidade de outras unidades de ensino, em viagens para outros estados do Brasil e intercâmbios para os Estados Unidos e para a Inglaterra.

PGE 2013

A EE Senador César Lacerda de Vergueiro, de Araras, levou o título de “Referência Estadual” e esteve entre as finalistas na categoria “Destaque Brasil”, perdendo para a EE Luiza Nunes Bezerra, de Mato Grosso.

Nesse ano, a organização do Prêmio ampliou o número de escolas consideradas “Referência Estadual”, de seis para oito. Saiba quais são elas e veja as entrevistas que fizemos com os seus diretores.

O que vem por aí

Para 2015, Miriam Aparecida de Godoi Camargo, diretora da EE Senador César Lacerda de Vergueiro, aposta no envolvimento das famílias durante o “Dia D”. No ano passado, ela participou das ações de formação do PGE: foi palestrante no I Seminário Internacional de Boas Práticas em Gestão Escolar, em Brasília, e realizou um curso de aperfeiçoamento em gestão escolar, na Inglaterra. Em entrevista ao site da EFAP, a gestora faz um relato dessas experiências e conta como a escola de Araras tem se organizado para a Autoavaliação. Leia aqui.

Neste espaço, você vai encontrar indicações de diferentes instrumentos de autoavaliação, referências teóricas, experiências de trabalho e dicas para a realização de todas as etapas do processo: coleta de dados, autoavaliação coletiva, plano de melhoria, monitoramento e avaliação da execução do plano.

Introdução ao PAP – 2012

Conheça o PAP – uma ferramenta de planejamento estratégico construída para todas as escolas e implementada em 2012. Este documento enfatiza os objetivos do planejamento dentro do processo de aperfeiçoamento da cultura institucional de autoavaliação, o planejamento e o acompanhamento, com vistas à tomada de decisões em benefício da escola e de todos os envolvidos.
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Guia de Elaboração

O Plano de Ação Participativo para Escolas (PAP) é um instrumento proposto no âmbito do Programa Educação – Compromisso de São Paulo em parceria com a Secretaria de Gestão Pública. Trata-se de um instrumento de gestão escolar cujo objetivo inicial era o de auxiliar as escolas prioritárias da rede pública estadual de ensino a diagnosticar problemas críticos dentro da governabilidade da própria escola e, a partir daí, construir um plano de ação para superar ou mitigar cada um desses problemas. Ao longo do processo de implementação do PAP, constatou-se que o instrumento pode ser utilizado por todas as escolas públicas do Estado de São Paulo.
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OT PAP Fundamentação Teórica

Identifique as concepções que sustentam a construção do PAP, como ferramenta de planejamento estratégico para as escolas. A leitura deste texto possibilitará a compreensão sobre como organizar e utilizar os instrumentos de forma coerente, fortalecendo a gestão participativa das escolas.
Vale a pena destacar que originalmente o PAP era utilizado em "ambiente virtual", contudo, agora as fichas de autoavaliação podem ser baixadas e preenchidas manualmente.
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PAP – Roteiro de Acompanhamento

Este documento traz orientações e sugestões destinadas aos supervisores de ensino, cuja ação deve contribuir para que a escola assegure um planejamento coerente, com viabilidade das ações planejadas.
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PAP Volume 2

Este volume oportuniza a reflexão coletiva em cada uma das dimensões da gestão. São apresentadas fichas cuja função é auxiliar a escola na reflexão sobre sua própria realidade. O PAP – Plano de Ação Participativo deve ser preenchido e construído da forma mais colaborativa possível (respeitando o contexto de cada escola), preferencialmente envolvendo a comunidade escolar (funcionários, professores, equipe gestora, alunos e pais) e deve ser aprovado pelo Conselho de Escola.
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A autoavaliação institucional como estratégia de gestão da escola de Educação Básica

Este texto da mestranda Márcia Andréia Grochoska (PUCPR) traz uma reflexão sobre as contribuições que a autoavaliação institucional pode oferecer para a melhoria da gestão básica.

"Num contexto em transformação, imaginar hoje uma escola estática, que não sofre alterações, é pensar numa escola que não cumpre o seu papel social, tornando-se um ambiente que perde a efetividade frente às necessidades que emergem a cada dia."
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PGE Manual

Conheça a fundamentação básica e os procedimentos de realização de uma autoavaliação institucional participativa, com destaque na atuação democrática do diretor da escola como líder na condução dos processos escolares. Vale a pena destacar que originalmente o PAP era utilizado em "ambiente virtual", contudo, agora as fichas de autoavaliação podem ser baixadas e preenchidas manualmente.
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Conselho de Escola

O Conselho de Escola é um espaço de construção de novas maneiras de compartilhar o poder de decisão e a corresponsabilidade na gestão da unidade escolar. O início do ano é a época adequada para a organização dessa instituição.
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Grêmio Estudantil

O Grêmio Estudantil fortalece a relação dos alunos junto aos gestores da unidade escolar. O início do ano é a época adequada para a organização dessa instituição.
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PDE

O Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE) pode vir a ser um poderoso e moderno instrumento de planejamento. O processo de elaboração do PDE é um primeiro passo que sinaliza que a escola deixou de ser burocrática, meramente cumpridora de normas. Sinaliza, também, que ela busca nova identidade, novo dinamismo, novo compromisso, que está próxima e a serviço dos alunos, dos pais e da comunidade, que está disposta a prestar contas de sua atuação.A elaboração do Plano de Desenvolvimento da Escola representa para a escola um momento de análise de seu desempenho, ou seja, de seus processos, de seus resultados,de suas relações internas e externas, de seus valores, de suas condições de funcionamento. A partir dessa análise ela se projeta, define aonde quer chegar, que estratégias adotar para alcançar seus objetivos e a que custo, que processos desenvolver, quem estará envolvido em cada etapa e como e a quem se prestará conta do que está sendo feito.
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Indicadores da Qualidade da Educação

Os Indicadores da Qualidade na Educação foram criados para ajudar a comunidade escolar na avaliação e na melhoria da qualidade da escola. Este é seu objetivo principal. Compreendendo seus pontos fortes e fracos, a escola tem condições de intervir para melhorar sua qualidade de acordo com seus próprios critérios e prioridades.
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Vídeos

• O papel das lideranças na Autoavaliação Institucional Participativa.
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• A importância da Autoavaliação Institucional Participativa.
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• Abrangência do Instrumento de Autoavaliação.
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